Um comerciante português radicado na Venezuela foi libertado na tarde de sexta-feira (noite em Lisboa) pelos raptores que o mantinham em cativeiro desde há três dias, revelaram fontes policiais à agência Lusa.

Um comerciante português radicado na Venezuela foi libertado na tarde de sexta-feira (noite em Lisboa) pelos raptores que o mantinham em cativeiro desde há três dias, revelaram fontes policiais à agência Lusa.

Segundo as mesmas fontes, Gregório Gonçalves Rodrigues, 50 anos, foi libertado na localidade de Mamporal, 110 quilómetros a leste de Caracas, em aparente bom estado de saúde.

O comerciante foi depois transportado para uma esquadra policial em Higuerote, na mesma região, para prestar declarações policiais e reunir-se com a família.

Gregório Gonçalves Rodrigues foi interceptado por vários homens armados na manhã da última quarta-feira, quando abria as portas do seu estabelecimento comercial, uma loja de bebidas alcoólicas, na estrada que liga as localidades de Caucágua e Higuerote.

Os raptores contataram telefonicamente a família e exigiram o pagamento de uma alta quantia de dinheiro.

Um dia depois, dois sargentos da Guarda Nacional Bolivariana (polícia militar), alegadamente envolvidos no sequestro do comerciante português, faleceram durante uma troca de tiros com funcionários do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (Cicpc, antiga Polícia Técnica Judiciária).

Os sargentos – que se encontravam destacados em serviço para a empresa estatal Petróleos da Venezuela SA, como guarda-costas de um general -, foram surpreendidos quando pretendiam cobrar o resgate exigido pelo comerciante.

A polícia venezuelana procura uma terceira pessoa envolvida no sequestro.

Lusa

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