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O Benfica deu um passo de gigante rumo à conquista do tetracampeonato. A formação “encarnada” foi a Vila do Conde vencer por 1-0, golo de Raúl Jímenez, fruto de uma segunda parte de intenso domínio e pressão atacante – apesar da sorte que teve nos instantes finais.

 Um desfecho que lhe permitiu aumentar para cinco os pontos de vantagem sobre o FC Porto e ficar a apenas uma vitória de garantir matematicamente o título. Pode ser já no próximo fim-de-semana, em casa, com o V. Guimarães.

O Jogo explicado em Números

  • Arranque relativamente equilibrado, com o Benfica a registar 56% de posse de bola nos dez minutos iniciais e com Jonas a dar mostra de querer decidir o jogo, com os dois primeiros disparos das “águias”, um deles enquadrado, para defesa de Cássio.
  • Tendência de equilíbrio manteve-se e, aos 20 minutos, ambas as equipas tinham 50% de posse, embora os “encarnados” somassem já quatro remates, apenas um enquadrado: Jonas foi o responsável pelos três primeiros, Rafa pelo quarto; Gil Dias fez o disparo dos da casa.
  • Aos poucos o Benfica tomou conta do jogo e, por volta dos 35 minutos, registava já 55% de posse, oito remates, quatro deles enquadrados (quatro de dentro da área) e 86% de passes certos. Cássio tinha já quatro defesas com o seu nome.
  • Benfica com mais faltas cometidas antes do descanso (11 contra sete), facto certamente relacionado com a menor capacidade nos duelos individuais, com os homens da casa a registarem 64% de eficácia neste capítulo.

Jogo complicado para o Benfica, como se previa, apesar do domínio “encarnado”, com 54% de posse, oito remates contra três, quatro deles enquadrados. Com quatro defesas, Cássio era, nesta altura, o melhor em campo, com um GoalPoint Rating de 6.4.

Duas dessas defesas foram a remates de dentro da área, sendo a primeira, a disparo de Jonas, a mais complicada. Destaque também para Pizzi, o melhor dos visitantes, também com um rating de 6.4, mas umas centésimas abaixo.

  • Recomeço praticamente com uma grande oportunidade para Raúl Jiménez, e com mais uma bela defesa de Cássio. Nos primeiros dez minutos do segundo tempo o Benfica registou 77% de posse, fruto de uma grande pressão, um remate (enquadrado) e 61% de duelos ganhos, estando aqui a diferença para os números do primeiro tempo.
  • Aos 59 minutos, Heldon fugiu pela esquerda e rematou pouco ao lado, na melhor ocasião para o Rio Ave. A entrada de Rúben Ribeiro, aos 58 minutos, deu um ímpeto maior aos vila-condenses, mas o Benfica estava afoito e, por volta dos 65 minutos, já registava sete remates no segundo tempo, num total de 15, sete enquadrados.
  • Apesar da maior ambição do Rio Ave nesta fase, os remates não saíam, e registava apenas dois no segundo tempo até ao golo do Benfica, que surgiu aos 75 minutos. Num rápido contra-ataque, Salvio assistiu Raúl Jiménez, que não falhou isolado perante Salvio. Foi ao 16º remate dos visitantes, o oitavo enquadrado. Foi o segundo remate do mexicano, o segundo enquadrado – Jonas, por exemplo, tinha seis nesta altura, apenas dois com boa direcção.
  • O Rio Ave partiu para o ataque à procura do empate, mas o Benfica conseguiu conter o avanço contrário, com excepção para um lance, aos 87 minutos, em que Heldon acertou no ferro, num remate à entrada da pequena área. Benfica acabava o jogo com “estrelinha”.

// GoalPoint // ZAP

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